27 novembro, 2014

Galaxy Note 2 mistura bem tablet e smartphone - Análise Completa



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Galaxy Note 2 mistura bem tablet e smartphone

Aparelho tem hardware potente e Android 4.1 muito bem adaptado

Avaliação de Cauã Taborda

Quando chegou ao INFOlab no início do ano, o Galaxy Note logo ganhou o apelido de “chinelofone”. Por seu aspecto grandalhão e até desconfortável – se pensarmos em um smartphone – gerou suspeitas sobre sua praticidade e benefícios no dia a dia. Mas, se os centímetros a mais poderiam causar problemas, parece que o mercado aceitou a proposta que se posiciona entre tablet e celular. No primeiro ano de vendas a Samsung espalhou 10 milhões de unidades do aparelho pelo mundo. Um sucesso incontestável. Com uma tela de 5,3 polegadas, o aparelho misturava o design do Galaxy S II com uma proposta de uso completamente diferente. Equipado com a S Pen, uma caneta nos melhores moldes dos handhelds do passado com canetas stylus, o Note se posicionou como uma poderosa e ágil interface de anotações.

Com o Galaxy Note 2, a Samsung parece trilhar pelo mesmo caminho. O aparelho mais uma vez absorveu as características do aparelho topo de linha da empresa, no caso o Galaxy S III. Com um corpo de cantos arredondados, a evolução na pegada é um ponto crucial. Mesmo com uma tela maior, agora são 5,5 polegadas, o Note 2 é muito mais confortável de usar que seu antecessor. Mas a evolução não se restringe a esse aspecto.

Principais vantagens:
Tela Super AMOLED de 5,5” (720 por 1.280)
HSPA+ (3,5 G)
Android 4.1 com TouchWiz
Processador quad core de 1,6 GHz
2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento + microSD
Wi-Fi dual-band, Bluetooth 4.0, GPS, GLONASS, FM
NFC
Bateria de 3.100 mAh

Principais desvantagens:
Sem suporte ao 4G (LTE) brasileiro
Tamanho torna o uso com uma única mão impraticável
Construção aparenta qualidade ruim

Além da nova tela, o aparelho recorreu ao motor mais potente que a Samsung pode oferecer para rodar o Jelly Bean. O casamento do Android 4.1 com o Exynos 4412 com quatro núcleos de 1,6 GHz resultou em uma interface muito rápida. A fluidez das animações, menus e cliques é uma das mais agradáveis que já testamos.

Com tantos recursos, o Galaxy Note 2 é um aparelho que parece ter muito a oferecer. Continue lendo o review e descubra se as expectativas foram atendidas.







Apostando na mesma junção de policarbonato e plástico do Galaxy S III, o Note 2 também aparenta ser um aparelho de construção pobre, com materiais nada atraentes e sem resistência. Mas, além do aspecto visual, o aparelho não traz nada de incômodo ou de frágil. Os cantos arredondados proporcionam uma pegada firme e agradável. É possível segurá-lo com uma única mão – como se faz com qualquer smartphone – sem grandes problemas, mas o uso da interface gera um grande desconforto. Em várias situações, o usuário sente a necessidade de deslocar o aparelho na palma para atingir um botão ou menu com o dedão. É bem mais fácil apostar na outra mão e na S Pen. Para tentar reduzir o problema a Samsung ativou uma opção que desloca o teclado para a esquerda ou direita. Mesmo assim a solução não é das mais práticas.

Sem botão dedicado para a câmera, o Note 2 traz somente dois botões em uma das laterais: alavanca de volume e outro para bloquear/desbloquear a tela. Para acessar o cartão microSD e o SIM card é necessário remover a tampa traseira, mas não a bateria. Na face inferior a um conector microUSB. Além de carregar a bateria e transferir dados, a conexão tem saída de vídeo por meio de um adaptador MHL (vendido separadamente) e também pode atuar como um host USB 2.0. Na face superior há o tradicional conector P2 para fones. A S Pen ficou posicionada na parte inferior. O recolher a caneta é um processo indolor e bem prático. É fácil de acostumar.





Medindo 8,0 por 15,1 por 0,94 centímetros, a diferença no tamanho das duas gerações é praticamente imperceptível. O mesmo acontece com o peso, que passou de 177 g para 182 g. Isso faz dele um aparelho grande, mas paradoxalmente leve. Durante nossos testes confirmamos uma suspeita. Levar o aparelho em um bolso de calça não é das ações mais confortáveis do mundo. No entanto, por ser fino, o Note 2 não gera muito volume. Para as mulheres, o comprimento exagerado inviabiliza o transporte no bolso traseiro da calça. O jeito é apelar mesmo para a bolsa.



Se por fora o Note 2 pode não empolgar muito, seu interior tem força suficiente para causar uma ótima impressão. Equipado com um processador quad core de 1,6 GHz, 2 GB de RAM e GPU Mali-400MP, esse smartphone superou todos os aparelhos testados pelo INFOlab nos benchmarks.

Benchmark Quadrant (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Samsung / Galaxy Note 2
6.033
Samsung / Galaxy S III
5.332
Motorola / Razr HD
4.728
LG / Optimus 4X HD
3.799


Não observamos nenhum travamento ou lentidão durante os testes. Pelo contrário. O aparelho executou vídeos, apps e games com facilidade. Um dos recursos da TouchWiz que mostra a força do hardware é a capacidade de executar um vídeo em uma janela, permitindo que você acesse outros apps e navegue na web, por exemplo, sem parar de curtir o filme e sem engasgos.

Com um grande número de sensores (Acelerômetro, giroscópio, RGB, proximidade, luminosidade e barômetro), o Galaxy Note 2 mantém o ótimo casamento entre um hardware de ponta e uma interface inteligente inaugurado com o S III. Os mesmos recursos estão presentes, como fazer uma ligação automaticamente ao levar o aparelho ao rosto quando uma mensagem estiver aberta, movimentos de zoom com os dois dedos, entre outros. Os sons que tornam a interface mais “natural” também estão presentes. Para a felicidade da maioria dos usuários, desativá-los é uma tarefa simples.

Se a ideia é consumir e produzir conteúdo com agilidade, o Wi-Fi 802.11 a/b/g/n dual band deixará os ávidos por velocidade de conexão satisfeitos. A conexão a redes HSPA+ (3,5 G) também garante bons picos de velocidade, que vão depender da sua operadora e qualidade da rede. Infelizmente, a Samsung deixou de fora o suporte a redes LTE (4G). Mesmo que ainda estejam em testes no país, quando as redes passarem a funcionar o Note 2 não poderá tirar proveito delas. Como o investimento para o aparelho é alto, afinal são 2.299 reais para levar um Note 2 pra casa, esse fator pode pesar na escolha por um novo smartphone.

Durante as ligações (sim, os aparelhos ainda essencialmente fazem ligações) também não houve nenhum problema. A qualidade do áudio ficou dentro do esperado e o volume é alto. O viva-voz também tem bom volume, o que é extremamente útil para quem vai utilizar o aparelho como GPS veicular.

Para completar o quadro, a bateria de 3.100 mAh resistiu por 13 horas e 43 minutos fazendo uma ligação, com Wi-Fi e Bluetooth ativados.



Com um bom padrão de cores e ícones adaptados, a interface TouchWiz segue o mesmo padrão do Galaxy S III, como já comentamos. Mas, o que destaca o Note 2 em relação a seu companheiro de menor tela são as adaptações na interface para a S Pen.

Sem bateria, a caneta é um poderoso recurso e que, apesar de parecer estranho no começo, torna o uso do aparelho mais prático. Além de reconhecer a pressão exercida pelo usuário, o que é muito útil para aplicativos de desenho e tratamento de imagem, a S Pen traz um botão para acionar gestos e ações especiais. Entre os movimentos pré-programados estão o voltar, abrir menu e chamar um aplicativo especial para atalhos. Nele o usuário pode enviar mensagens, e-mails e até fazer ligações escrevendo na tela.



Assim como no tablet Galaxy Note 10.1, a S Pen do smartphone inutiliza os toques dos dedos enquanto ela estiver encostada na tela. Isso facilitaria a criação de traços mais precisos, mas na prática o recurso não funciona tão bem quanto no tablet. O aparelho reconhece a proximidade da caneta e, mesmo sem encostar a ponta na tela, é possível acionar recursos como a exibição de miniaturas. Um pequeno círculo indica a posição de clique, algo que lembra muito um cursor de PC.

Um dos recursos mais poderosos é o aplicativo S Note. A nova versão do app de notas reconhece fórmulas matemáticas e geométricas, entregando um círculo perfeito quando você tentar desenhar uma bola, por exemplo. O S Note funciona em conjunto com vários aplicativos, tornando simples levar um print screen de um site, uma foto da galeria ou mesmo um trecho de mapa para ser editado.





Outro detalhe importante é a capacidade do Galaxy Note 2 em reconhecer a escrita. Até para os com a grafia mais estranha (caso deste repórter, que mistura letra cursiva e de forma) o resultado é excelente. A troca do teclado virtual pela S Pen acelera a digitação em muitos casos, inclusive no envio de mensagens e e-mails. Ao retirar a caneta do aparelho, é possível programar uma ação automática, como abrir o app de notas.

O player de vídeo também merece destaque. Compatível com os formatos ASF, DivX 1080p, XviD 1080p, MKV 1080p, MP4 1080p e WMV 1080p, exibe legendas no formato SRT em bom tamanho e com fonte agradável. A transferência para uma TV ou monitor é feita por DLNA, Wi-Fi Direct ou por HDMI com o adaptador MHL.



Com 8 megapixels e flash LED, a câmera do Note 2 não foge ao padrão da categoria: boas fotos em ambientes bastante iluminados e muito ruído aparente à noite. Além da boa gravação de vídeo em 1.080p, alguns recursos merecem atenção. São eles: detecção de face, disparo contínuo (20 fotos com um clique), HDR, controles de ISO e brilho. A galeria aceita marcações de pessoas, separando as fotos por grupos e reconhecendo os rostos rapidamente.








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Preço (em média - no momento que o artigo foi publicado): 2229.00

Pontos Fortes: Ótima tela; interface com bons recursos; hardware com alto poder de fogo;

Pontos Fracos: Grande para o uso com uma única mão e para os bolsos;

Dados Técnicos do Produto: 4G (LTE) Android 4.1.1 Exynos 4412 1,6 GHz quad core 16 GB + microSD Tela de 5,5” Câmeras de 8 MP e 1,9 MP 182 g 13h34min de bateria

Nota Final: 9.1

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Fonte: INFO ABRIL
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Qualidade de imagem é maior atributo da Bravia KDL-40HX755 - Análise Completa



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Qualidade de imagem é maior atributo da Bravia KDL-40HX755

Televisão da Sony tem suporte a 3D, mas reconhece poucos formatos de vídeo

Avaliação do editor Airton Lopes

A maior virtude desta TV é a qualidade de imagem, inclusive no modo 3D ativo. As cenas assistidas com os óculos têm brilho mais intenso que na maioria dos aparelhos similares. Mas o modelo vem com apenas um par de óculos e cada unidade extra custa 199 reais. Quem não faz questão de 3D, mas baixa vídeos da internet para levá-los para a TV em pen drives ou HDs externos pode se decepcionar. Arquivos nos formatos MKV e DivX e legendas são ignorados por esta TV.

Avaliação de Giovana Penatti

BRAVIA é um acrônimo de "Best Resolution Audio Visual Integrated Architecture” – em tradução livre, Arquitetura Integrada de Melhor Resolução de Áudio e Vídeo. Com base nisso, o modelo KDL-40HX755 leva a sério o nome da linha à qual pertence: tanto a imagem quanto o áudio dessa televisão são excelentes.

O modelo testado pelo INFOLab tem 40 polegadas. A tela tem tecnologia LCD com LED e resolução Full HD. É uma boa pedida para quem exige uma imagem excelente, principalmente para jogar ou assistir filmes. Até mesmo as que são em 3D chamam mais atenção que as da concorrência: o brilho parece mais intenso que em outras TVs com a mesma tecnologia, o que resulta em imagens vívidas e uma experiência melhor para o usuário. No entanto, o 3D ativo pode ser um ponto negativo para algumas pessoas, que chegam a sentir tontura; no geral, o 3D passivo é melhor aceito por ter maior ângulo de visão e ser considerado mais confortável. O preço dos óculos é de 199 reais e somente um acompanha a TV. Além disso, a HX755 não faz a conversão de imagens 2D, ou seja, só filmes, games e programas que já tenham essa tecnologia podem ser vistos em 3D.

Para a qualidade do som, a TV tem dois alto-falantes de 10 W e uma série de recursos que prometem melhorar a experiência. Ela conta com Dolby Digital, Dolby Digital Plus e Dolby Pulse, que garantem alta definição e eficiência sonora, além de um maior número de canais; S-Master, uma tecnologia da Sony que amplifica o som sem perder a qualidade; e Digital Noise Reduction que, como o nome já diz, faz redução digital de ruídos e deixa o áudio mais limpo.

Com quatro portas HDMI e duas USB, ela pode receber conteúdo diretamente de um smartphones, notebooks e tablets ou armazenados em um pen drive e HD externo. Mas não reproduz muitos formatos de vídeo via USB: os aceitos foram XviD e WMV em 1080p e DivX e MPEG-4 em SD. Para quem quiser ver vídeos com legendas, má notícia: elas não foram reconhecidas. Além dessas portas, também há uma vídeo componente, uma vídeo composto e uma D-Sub. Para o áudio, duas RCA estéreo e uma P2 de entrada e uma HDMI (ARC), uma óptica e uma P2 de saída.

A HX755 permite a conexão do usuário com a internet através de Wi-Fi ou um cabo Ethernet. Entre os aplicativos disponíveis, destacamos o 3D Experience, YouTube, Netflix, NetMovies, Crackle, YouTube, SBT, Band, Esporte Interativo, Terra Ao Vivo e TV Lance. Outros dois recursos que podem agradar são a possibilidade de compartilhar de maneira rápida e fácil no Twitter o que está assistindo e identificar a música que toca em algum programa através do Gracenote. Além disso, a televisão tem sintonizador digital e Ginga (middleware para aplicações de TV digital feito no Brasil que atende às necessidades daqui).

Mais uma forma de interação do usuário com a televisão se dá pelo aplicativo que torna o smartphone um controle remoto. Também é possível acessar uma página no celular e enviá-la para a tela. Mas essa tarefa pode ser difícil: no INFOLab, o navegador Opera travou frequentemente e acusou que páginas comuns eram pesadas demais, recomendando que outras abas fossem fechadas mesmo sem nenhuma outra aberta.

Quanto à parte visual, ela lembra mais uma TV de LCD que uma de LED, já que essas costumam ser bem finas: suas dimensões são 94,3 por 61,3 por 23,2 centímetros. Os botões e conexões são bem localizados, nas laterais. Na direita, ficam os botões; na esquerda, duas portas USB, duas HDMI e uma D-Sub.

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Preço (em média - no momento que o artigo foi publicado): 2499.00

Pontos Fortes: qualidade de imagem; Wi-Fi embutido; enorme variedade de conteúdo online.

Pontos Fracos: só um óculos 3D acompanha; não reproduz DivX, XviD e MKV pela porta USB

Dados Técnicos do Produto: Tela de 40” Full HD LCD com LED 3D ativo (vem com um par de óculos) 4 HDMI, vídeo componente, vídeo composto, D-Sub, 2 USB Ethernet, Wi-Fi

Nota Final: 7.7

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25 novembro, 2014

Z430 é o ultrabook de 14 polegadas da LG - Análise Completa



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Z430 é o ultrabook de 14 polegadas da LG

Ele supera os problemas do Z330, mas a parte gráfica poderia ser melhor

Avaliação do editor Airton Lopes

Com apenas 1,5 quilo, este é o laptop de 14 polegadas mais leve que já passou pelo INFOLab. A aparência também é boa. Fechado, o corpo tem 2,3 centímetros de espessura, com tampa de alumínio escovado. Na parte interna, o acabamento imita o da tampa, mas o material é plástico. Nas baterias de testes, o modelo equipado com SSD e HD provou estar entre os melhores da categoria na execução de tarefas comuns. A autonomia longe da tomada deixou a desejar.

Avaliação de Giovana Penatti

O irmão maior do Z330 tem tela de 14 polegadas e parece ter arrumado alguns dos tropeços do outro modelo. Um deles é o teclado. No Z430, a última fileira tem teclas só um pouco maiores que as outras, o que torna a digitação mais confortável e menos sujeita a erros que no Z330. O notebook maior também perdeu a fileira de teclas à direita, mas não tem teclas para interrogação e barra. Também houve mudanças no touchpad, que ganhou um botão duro. A parte sensível ao toque continua camuflada, ligeriamente mais lisa que o resto e com uma fina linha que a limita.

A tampa do Z430 é de aço escovado e o mesmo efeito se repete na parte interior, mas é em plástico. Isso não prejudica o visual, principalmente em fotos. É um design bonito, mas, entre um mar de ultrabooks com acabamentos parecidos, não tem grande destaque. Ele também é bastante leve para um ultrabook de 14 polegadas: pesa apenas 1,5 quilo e tem 2,3 centímetros de espessura.

Para mantê-lo fino, o drive de DVD-RW foi eliminado, assim como na maioria dos ultrabooks. No entanto, ele é bem servido de outras conexões: tem três USB (sendo duas 2.0 e uma 3.0 com carregamento inteligente, ou seja, continua carregando algum gadget conectado mesmo com o computador desligado), HDMI e leitor de cartões SD, SDHC, SDXC e MMC localizado na parte traseira, um pouco fora de mão. Também aceita cabo Ethernet, Wi-Fi, Bluetooth 3.0 e Wi-Di (Wireless Display, útil para reproduzir a tela do notebook em uma televisão que tenha suporte).

Apesar de ter dimensões e peso para ser carregado por aí, a duração da bateria de quatro células não chega a ser extraordinária. Além disso, o XPS 14 elevou o nível da competição; observando os outros ultrabooks, percebe-se que o Z340 não teve uma duração anormalmente baixa:

Duração da bateria em uso intenso
Barras maiores indicam melhor desempenho

Dell XPS 14
2h09min
CCE F7
1h31min
LG Z430
1h29min
Asus K45A
1h02min


Falando das configurações, o modelo que o INFOLab testou conta com processador i7 Sandy Bridge (2637M) e 4 GB de RAM DDR3. De armazenamento, são 320 GB SATAII com um SSD de 128 GB. Com esses números, ele ficou no topo da categoria no benchmark PCMark 7, que mede o desempenho do sistema em tarefas comuns:

Benchmark PCMark 7 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

CCE F7
3.808
LG Z430
3.702
Dell XPS 14
3.273
Asus K45A
2.581


Já na parte gráfica, o Z430 não se saiu tão bem. Com uma Intel Graphics 3000, ele teve o desempenho mais fraco da categoria e merecia uma melhor para combinar com o resto da configuração. Os outros ultrabooks aos quais foi comparado vêm com uma Intel Graphics 4000 e o XPS 14 da Dell, além dela, também tem uma placa de vídeo NVidia GT 630M. Obviamente, ficou muito à frente:

Benchmark 3DMark 06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Dell XPS 14
7.326
Asus K45A
5.267
CCE F7
4.350
LG Z430
3.659


Se o desempenho da placa de vídeo o coloca para trás entre os concorrentes, a qualidade da tela põe o Z430 de volta na briga. A resolução de 1366 por 768 pixels não tem nada de impressionante, mas não deixa a desejar. Um ponto positivo é a moldura bastante fina, que oferece uma experiência diferente. Praticamente todo o espaço é utilizado pela tela, dando a impressão de ser maior. Já quem pretende usá-lo para ouvir músicas ou ver vídeos e preza por uma ótima qualidade de som, é melhor utilizar fones de ouvido: o som que sai dos alto falantes localizados na parte inferior tem volume baixo e é muito estridente.

Analisando os pontos positivos e negativos do Z430, dá para dizer que é um computador muito útil para quem faz uso geral e precisa carregá-lo por aí. O maior tropeço é na parte gráfica; então, quem precisar fazer complexas edições de foto e vídeo terá que optar por outro.

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Preço (em média - no momento que o artigo foi publicado): 3599.00

Pontos Fortes: Peso leve; ótimo desempenho; armazenamento híbrido com SSD e HD

Pontos Fracos: Não tem DVD-RW; apenas uma porta USB 3.0; acabamento interno em plástico

Dados Técnicos do Produto: Tela de 14” Intel Core i7-2637M 1,7 GHz (Sandy Bridge) 4 GB SSD de 128 GB e HD de 320 GB Vídeo onboard 1,5 kg 1h29min de bateria

Nota Final: 7.9

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Fonte: INFO ABRIL
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24 novembro, 2014

Review: Lenovo IdeaPad Yoga - Análise Completa



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Review: Lenovo IdeaPad Yoga

Híbrido de tablet e notebook tem tampa que abre ate 360 graus

Avaliação de Airton Lopes

Com o desempenho de um ultrabook de primeira categoria e tela sensível ao toque, o Yoga é a primeira máquina que chega ao Brasil preparada para extrair o máximo do Windows 8. Trabalhando como um laptop, ele se destacou nos testes do INFOlab pelo poder do seu processador Core i7, o mais avançado da linha de baixo consumo de energia da Intel. O touchpad é grande e esperto para reconhecer gestos que facilitam a movimentação dentro do novo Windows. Mas o grande truque do Yoga é a tela que gira 360 graus e o transforma em tablet. Explorar o Windows 8 usando os dedos sobre o LCD de 13,3 polegadas é uma experiência muito mais agradável. O display tem ótima sensibilidade e aceita o toque de até 10 dedos ao mesmo tempo. A limitação de uso como tablet é o peso. É preciso deitálo sobre uma superfície para aproveitar com conforto a ótima tela. Como ultrabook, o maior inconveniente do modelo é o pouco espaço disponível para arquivos. O modelo testado tinha apenas 44,2 GB livres.



Avaliação de Giovana Penatti

Com a tampa que vira totalmente para trás, já é de se imaginar que o design do Yoga foi pensado com carinho. Ele tem a construção sólida e é muito bonito. O detalhe que mais chama a atenção é a cobertura emborrachada, que deixa o toque muito agradável. Outro ponto que merece um elogio é o sistema de dispersão da máquina: ela quase não muda de temperatura durante o uso (apesar da fonte esquentar bastante: foi medido o valor de 36,5 graus na superfície). O computador também é bastante silencioso.

A digitação também é extremamente agradável. O teclado fica numa forma côncava e bastante recuada, o que faz seu uso muito confortável, apesar de problemas com algumas teclas, como o Shift pequeno e a barra invertida em um lugar incomum, acima do Enter. O touchpad também é gostoso de usar: gigante, com superfície suave e um botão interno de clique leve.

Quanto às conexões, ele pode desapontar. Começando pela ausência de redes móveis: se ele pode se transformar em tablet, falta esse recurso. Também há apenas duas USB, sendo somente uma delas 3.0, e leitor de cartões SD/MMC.

Talvez o IdeaPad Yoga não tenha a configuração mais equilibrada que já se viu por aí. O modelo testado pelo INFOlab veio com 4 GB de RAM e SSD de 128 GB. Na prática, com as pré-configurações da Lenovo, sobram míseros 44,2 GB livres. Mas, quando o assunto é o processador, fica difícil não se surpreender positivamente: ele vem equipado com um Intel Core i7 3517, o melhor processador de baixa voltagem da Intel atualmente, de 1,9 Ghz. A placa de vídeo, uma Intel HD Grpahics 4000, não tem nada de mais e é praticamente o padrão para a categoria. Nos testes de benchmark que medem o desempenho geral (PCMark7) e gráfico (3DMark 06), o Yoga não obteve um resultado estrondoso:

Benchmark PCMark 7 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Acer Aspire 5
5.928
Lenovo IdeaPad Yoga
4.534
MacBook Air
4.344
Samsung Série 9
3.463


Benchmark 3DMark 06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

MacBook Air
5.405
Acer Aspire 5
5.351
Lenovo IdeaPad Yoga
4.464
Samsung Série 9
3.975


Porém, a experiência do usuário entrega outra impressão. Equipado com Windows 8 Professional, não houve em nenhum momento algum tipo de engasgo ou atraso no uso, mesmo com diversos programas abertos. O boot é extremamente rápido e as transições fluem naturalmente, assim como um tablet.

Máquinas híbridas como o Yoga, inclusive, parecem ser as ideais para esse sistema operacional, já que ele mistura um desktop com cursor, que é mais eficiente quando controlado com mouse ou trackpad, e uma interface que fica melhor com uma tela sensível ao toque. O Yoga tem esse nome porque “se contorce” como um praticante da atividade para passar de um ultrabook para um tablet. A tampa abre em 360 graus e o teclado fica encostado na parte de trás; como a tela é touchscreen, o usuário passa a ter, dessa forma, um tablet em suas mãos. A ideia é boa, mas a execução talvez tenha falhado porque o produto não é tão leve nem para um ultrabook e isso incomoda no uso: são 1,54 quilos, muito acima do conforto oferecido por um tablet. Além disso, a tela tem 13 polegadas e não é tão cômoda (os maiores tablets atualmente não passam de 10 polegadas). Outro problema surge ao pressionar por engano alguma tecla ou o touchpad enquanto segurava o conjunto.

Mas a tela resistente ao toque funciona muito bem, com boa sensibilidade e reconhecimento de gestos. Além disso, cria imagens muito bonitas, com alta resolução (1.600 por 900 pixels) e bastante brilho. O material utilizado é um vidro brilhante, tal qual os de tablets, no lugar do fosco comum nos notebooks.

Quem pretende utilizá-lo sem depender de uma tomada pode ficar tranquilo, já que a bateria tem boa duração para a categoria. Em uso intenso, aguentou duas horas e três minutos no INFOlab:

Duração da bateria em uso intenso
Barras maiores indicam melhor desempenho

Lenovo IdeaPad Yoga
2h03min
Samsung Série 9
1h53min
MacBook Air
1h39min
Acer Aspire 5
1h27min

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Preço (em média - no momento que o artigo foi publicado): 8999.00

Pontos Fortes: Processador poderoso; primeiro Windows 8 oficial a passar pelo INFOlab; híbrido entre ultrabook e tablet; tela excelente tanto como interface de toque quanto como interface visual.

Pontos Fracos: Modo tablet é grandalhão e desajeitado; desempenho aquém do esperado em alguns benchmarks; pouco espaço de SSD.

Dados Técnicos do Produto: Tela de 13,3” Intel Core i7 3517 1,9 GHz (Ivy Bridge) 4 GB SSD de 128 GB Vídeo onboard 1,5 kg Windows 8 Pro 2h03min de bateria

Nota Final: 8.6

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Fonte: INFO ABRIL
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23 novembro, 2014

Review: AOC Breeze 9 - Análise Completa



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Review: AOC Breeze 9

Tablet roda o Android 4, tem tela de 9 polegadas e sai por 899 reais

Com uma carcaça plástica bastante robusta, o tablet Breeze 9 completa a linha da AOC, que já conta com o Breeze e o Breeze 2. Esse modelo traz como principal destaque uma tela de 9 polegadas e uma versão quase pura do Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).

Rodando um SoC praticamente desconhecido, o Rockchip, esse tablete com processador de 1,2 GHz engasga em determinadas situações, mas nada que comprometa seu uso. A lentidão em nossos testes apareceu com muitos aplicativos abertos ao mesmo tempo, em especial os com alto consumo de memória. O modelo conta com 1 GB de RAM.

Apesar de a memória interna ser de 16 GB, pouco mais de 500 MB estão destinados à instalação de aplicativos. Os mais de 10 GB restantes são reservados para arquivos, como documentos, fotos, vídeos, etc. Pode parecer pouco, mas a maioria das aplicações requer poucos megas, e ainda há a possibilidade de instalar algumas delas no cartão micros (de até 32 GB).



Uma grande diferença desse tablet para os outros modelos considerados de entrada, são os aplicativos pré-instalados. A AOC, além de dedicar uma loja com curadoria própria de apps, investiu em um gerenciador para churrasco. Ele ajuda a calcular quantidade dos itens e preço.

Outro ponto interessante é a conexão USB em tamanho tradicional. Dá para inserir pen drives, mouse e teclado sem nenhum problema. Infelizmente, a porta não aceita HDs externos. A saída HDMI, com resolução 1.080p também é um reforço interessante, principalmente para quem busca um aparelho com apelo multimídia.

Sem conexão 3G, o usuário precisa de um ponto de acesso por Wi-Fi ou uma conexão com smartphone por Bluetooth para navegar na web. O browser é o nativo do Android, com as opções tradicionais de navegação e um bom desempenho no geral.

O Breeze 9 conta com duas câmeras, uma traseira de 5 megapixels e a frontal para vídeochamdas. A qualidade das fotos e vídeos é muito similar a de smartphones de entrada. Faz um bom trabalho em dias ensolarados, mas nada surpreendente. Com pouca luz, a situação é mais sofrível.

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Preço (em média - no momento que o artigo foi publicado): 899.00

Pontos Fortes: USB convencional; saída HDMI (1.080p); boa bateria.

Pontos Fracos: Tela com pouco brilho e resolução baixa; pesado.

Dados Técnicos do Produto: Tela de 9” Rockchip RK2918 1,2 GHz 16 GB + microSD Wi-Fi 614 g Android 4 6h9min de bateria

Nota Final: 7.8

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Fonte: INFO ABRIL
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